Nas ilhas Baleares, a pesquisa iniciada na Sicília encontra outro Mediterrâneo — a mesma luz, outro ritmo. Se na costa siciliana a ocupação da praia tem algo de exuberante e coletivo, aqui os corpos se distribuem com mais espaço entre si, e a relação com a água ganha protagonismo.
O olhar permanece o mesmo: próximo, atento ao gesto involuntário, ao corpo que esquece que está sendo corpo. A câmera continua a observar sem pedir licença — e a praia continua a devolver o que sempre devolve: pessoas que, à beira do mar, se tornam versões mais soltas de si mesmas.












