Realizado ao longo dos últimos anos em Salvador-BA e em Praia do Forte-BA, o ensaio fotográfico captura o sincretismo, o sagrado e o coletivo desta celebração dedicada à Rainha do Mar, que acontece todos os anos no dia 2 de fevereiro.
Celebrar Iemanjá é celebrar o candomblé — suas casas, seus ritos, seus saberes ancestrais — tantas vezes marginalizados, mas fundamentais para a construção do Brasil que somos.
É também um gesto político: afirmar no espaço público uma fé historicamente marginalizada.























